domingo, 31 de janeiro de 2010

Ser humano - Reflexões de um pensamento baseado na lógica


Acostumados a ambiguidade das coisas somos impelidos a acreditar no bem e no mal, forçados a ter nossa compreensão limitada a uma visão antagônica de tudo. Reconhecemos o prazer apenas pelo nosso prévio conhecimento da dor; conhecemos o ódio por nosso prévio conhecimento do amor, e assim sucessivamente com todos os sentimentos.

A humanidade em cada um de nós é reconhecida a partir do momento em que conhecemos o oposto de um determinado sentimento /sensação.  E quanto ao vazio da existência?

Como temos tamanha precisão em descrever os mais agudos sintomas e as dores mais profundas da alma (alma no sentido de representação de consciência, longe de qualquer interpretação relacionada a espiritualidade ou ainda qualquer tipo de disparidade correlata a questões metafísicas ) se não conhecemos o oposto do vazio de alma?

A incerteza de tantas coisas, a imprecisão que delimita o que é uma coisa e o que é outra, sentimentos ruins, sentimentos bons, são todos extremos de uma única coisa, uma única sensação, são modificações de um sentimento nato, que já vem conosco. Está impregnado dentro de nossa história evolutiva como humanidade.

Trair tudo o que de repente se repete há tempos promete ser uma alternativa plausível, ou melhor, questionar tudo o que há tempos se tem falado definitivamente é a melhor escolha. Em busca de uma verdade absoluta.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Efeito Placebo




            Placebo é um medicamento, cirurgia ou tratamento “falso”, que não possui realmente propriedades de cura, mas que acaba causando efeito graças a crença do paciente de que ele realmente funciona.
            Como um exemplo,  podemos citar um comprimido de amido ou açúcar, que é dado ao paciente como analgésico, antitérmico ou até mesmo antiinflamatório, e acaba por realizar realmente o efeito esperado de um destes medicamentos.
            Segue um exemplo verídico de como um placebo pode ser eficaz:
            “Sr. Wright, o qual estava acometido de mal generalizado e avançado envolvendo os nodos linfáticos, linfossarcoma. O Sr. Wright desenvolveu uma resistência a todos os tratamentos paliativos conhecidos e sua anemia o impedia de esforços com raios-X ou tratamento quimioterápico. Massas tumorais do tamanho de uma laranja já existiam no pescoço, axilas, virilha, peito e abdômen. O baço e o fígado estavam enormes e o duto torácico obstruído. A impressão, diz Dr. Philip West que acompanhou pessoalmente o caso, é de que ele estava em estado terminal e não-tratável.


Contrariando isso tudo, o Sr. Wright se encontrava menos desesperançado que seus médicos e pediu para ser incluído em um grupo de pesquisa que iria testar uma nova droga, o Krebiozen (que depois se demonstrou ser uma preparação inócua e sem utilidade). Os médicos não o consideraram qualificado para o experimento, já que não contavam que seu câncer pudesse regredir, depois de tudo já ter sido tentado. Sua expectativa de vida era de duas semanas, não mais que isto. Mas o Sr. Wright havia lido nos jornais que a clínica estava pesquisando o Krebiozen e implorou para ser colocado entre os que iriam receber a droga.


Ele mostrou enorme entusiasmo ao chegar a droga e implorou tanto que, contra todas as regras, seu médico acabou concordando em incluí-lo. 


Dr. West, então, permitiu que ele recebesse injeções da droga, sendo que a primeira foi numa sexta feira, quando o médico, segundo conta Dr. Rossi em seu livro, foi para casa imaginando que na segunda feira, com quase toda certeza, infelizmente encontraria o paciente já sem vida. Mas, para surpresa de Dr. West, o Sr. Wright estava à sua espera. Sem febre, nada abatido, andando normalmente. Nenhuma mudança para pior foi observada. As massas de tumor haviam desaparecido, mostrando uma regressão mais rápida que o médico pudesse até mesmo entender.


O Sr. Wright teve alta e foi para casa, quando saiu novamente nos jornais que o Krebiozen era inócuo. O homem teve uma recaída e retornou ao hospital. Desta vez, porém, foi o médico quem propôs que ele retomasse as injeções de Krebiozen, alegando que a droga surtia efeito e que o que saíra no jornal era referente a um lote da droga com validade ultrapassada. Dr. West fez isso porque sabia que seu paciente saíra do estado terminal para voltar para casa são, graças à esperança que ele depositava na nova droga, e sabia também que nada mais poderia ajudá-lo. Novamente, a doença do Sr. Wright regrediu, diante das injeções. A recuperação, segundo o médico, foi ainda mais intrigante, pois as massas tumorais se dissolveram, o fluido no peito se extinguiu e ele voltou a andar. O caso do Sr. Wright teve um final pouco auspicioso,  já que acabou falecendo, semanas depois de ter novamente sido veiculado no jornal – que ele tomou conhecimento – de que o Krebiozen realmente não tinha função alguma.”

Bem, sabemos que o Efeito Placebo existe, e que é extremamente poderosa, inclusive contra doenças graves e difíceis de tratar, mas como ele funciona?
Isso ainda é um mistério e causa de muitas discussões na medicina, mas existem algumas hipóteses:

É tudo psicológico.
Essa hipótese diz que apenas o nosso psicológico e o poder da mente humano seriam capaz de curar doenças, quando o paciente realmente acreditasse nisso. Sabemos que os nossos pensamentos podem afetar o nosso sistema hormonal e imunológicos, ocasionando uma melhora, ou pelo menos impressão de melhora no nosso organismo.

É tudo emocional.
Essa hipótese diz que, o placebo faz efeito simplesmente pela sensação que ele dá a pessoa de que ela esta sendo tratada, diminuindo a ansiedade, a solidão e a depressão. O que causa efeitos positivos no organismo do paciente.

 A cura é natural.
Muitas vezes, as doenças, até algumas consideradas graves, se curam sozinhas, mesmo quando não tratadas ou tratadas erroneamente. Sendo assim, achamos que elas tenham sido curadas pelo placebo, quando, na verdade, foram naturalmente curadas.

A eficácia do placebo também não é um consenso na comunidade médica, mas varia de 30 a 60% do poder de cura de um medicamento realmente eficaz.

Por que estou postando isso?
Pois o efeito placebo é capaz de “explicar” uma grande parte dos supostos “milagres” existentes. Se considerarmos milagre curas que não são ainda explicadas pela medicina. Logo temos uma lacuna a menos para o seu Deus. 
Por que não ocorrem milagres convincentes, como crescerem de volta uma perna ou um olho perdidos? Por que as curas se limitam a doenças que poderiam regredir mesmo sem intervenção divina? A medicina não explica? E daí? Um dia explicará. E, em não explicando, por que a única outra alternativa seria o milagre?” Dr. Dráuzio Varella

domingo, 13 de dezembro de 2009

Como ja dizia...

Como disse uma vez Vides Junior em um de seus vídeos, "E se deus realmente não existir? você sairia matando pessoas? você deixaria de amar, de viver, você roubaria, mudaria sua personalidade, sua índole? o que seria daí em diante?"
Ética ou crença?
Qual o motivo para você não sair matando pessoas? Porque é um crime, logo será punido pelas leis dos homens ou pela lei divina?

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A raiz de todo o mal?

    Se existe uma bolinha azul, não há razão para discordar disso, essa bolinha é azul e ponto final.Se de repente todos os seus amigos, conhecidos e familiares começarem a dizer que não, aquela cor não é azul e sim vermelha você de duas uma:(1) ou tenderá a acreditar que na verdade a cor que é azul é na verdade vermelha, e não temerá em dispersar a idéia de que realmente você estava enganado e que aquela cor que você pensava ser azul na verdade era vermelha, ou,(2) lutará com todas as suas forças pra provar que realmente a bolinha é azul.Tudo isso ocorrerá porque somos extremamente influenciáveis e temos diversos conceitos que são subjetivos.      














 Deixando o papo de bolas pra lá, há quanto tempo estamos acomodados com toda a situação  atual?Coisas que foram impostas a nós: idéias, músicas, modas, tendências, gírias, modos e porque não religião?Já parou pra pensar que desde criancinha você(ou melhor, seus pais) colocou em sua cabeça que existia um deus supremo, uma divindade que criou todas as coisas como elas são?Já parou pra pensar que isso nunca foi um argumento sim uma imposição?!Acho que não!




Já parou pra pensar que todas as coisas que lhe foram ensinadas desde a mais tenra idade não possuem comprovação alguma?E se eu te falar, baseado na própria bíblia, que esse deus caridoso, bondoso e amoroso não passa de um deus vingativo, egoísta, instigador, arrogante e violento; uma divindade prepotente que só acredita em si mesmo e aniquila todos os que se opõem a ele.Isso não se parece nada com o que foi passado por seus pais e familiares quando você era criança.O mesmo deus que falava 'Não matarás' era o que ordenava aos seus súditos que exterminassem todos os homens e velhos e guardasse para si somente as crianças e as mulheres;acredito que não era para lhes fazer caridade.

    
Gostaria que você não encarasse este texto não como uma afronta a suas crenças mas como uma alternativa racional, válida e civilizada.Você se importa com a verdade não é mesmo?Acredito que sim.Se você acredita sozinho em algo é complicado de se ter fé e solidez nestas crenças mas se milhares de pessoas compartilham das mesmas idéias que você, ou seja, das mesmas ilusões e fantasias, definitivamente isso nos trará uma paz imensa.Um motivo a mais pra não questionarmos nada e a fórmula do sucesso das religiões.

Isso acontece com as pessoas quando o assunto tratado é deus.De tanto te dizerem que ele existe você tenderá a acreditar piamente nisso.E afirmará com todas as suas forças que é  realmente naquilo o que você acredita, ou não.Mas que provas temos de que deus realmente existe?Que provas temos de que realmente toda a maravilha do universo foi criado por um único ser?

Tudo bem, você vai me dizer:'Não podemos provar a existência de deus!'.Concordo em partes.Mas também não podemos provar a existência de extraterrestres, nem alienigenas, nem provar a existência de pôneis rosas saltitantes que só aparecem uma vez a cada três mil anos.

Todos acreditamos em fatos, e temos fé nelas.De acordo com o dicionário Houaiss de língua portuguesa fé significa ter confiança absoluta em algo ou alguém, nesse caso, fé na ciência e na estabilidade e poder de previsão dela, e é exatamente por esse motivo temos fé e acreditamos na ciência, pois ela é clara e qualquer pessoa capacitada pode falar e discorrer sobre ela.

O que importa é a verdade, pelo menos eu me importo com isso, e farei tudo pra alcançar essa verdade absoluta.A religião nos dá explicações simples, mas não são verdadeiras.

O problema não é a instituição religiosa, nem mesmo a religião, o problema é o tal do deus, que estimula as pessoas a não pensarem e a estagnarem, desestimula o processo de aprendizado e faz com que nós, eu e você, nos tornemos cada vez mais ignorantes quanto as coisas relacionadas a natureza.Pecado é não observar a natureza como ela é.

A raiz de todo o mal do mundo:
o processo de não pensar chamado, fé em deus, e o extremismo religioso, motivo dos maiores conflitos religiosos!

Olhando uma linda procissão, um encontro de pessoas com uma crença em comum, seria belo se não fosse cômico(ou trágico) e é particularmente incômodo pra mim saber que a razão não é o que reina soberano hoje, em pleno século 21.Pode parecer grosseiro questionar a fé das pessoas mas que provas nós temos de que realmente tudo isso é verdade?

Milagres?
Até hoje eu não vi nenhum milagre em que uma perna amputada nascesse de novo; o fato é que essas coisas realmente não existem.

As pessoas acreditam na matemática, na física, na medicina, na farmácia, em preceitos biológicos mas não dão crédito a razão.Parece que há um bloqueio psicológico e um medo descomunal de aprender e descobrir um novo mundo.É preciso desafiar nosso sistema de crenças, e então, finalmente compreenderemos que tudo seria muito melhor se não tivessemos religiões.Um mundo livre.

Rascunho de pensamento...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Notas sobre...


Todo ser Humano confia naquilo que ele conhece, e de certa forma está preso a isso:a seus conhecimentos, seus valores, suas crenças e sua experiência de vida.Todas essas coisas são subjetivas, são coisas que não podem ser mensuradas e tudo isso pode muito bem não passar de uma ilusão.
Temer e odiar o desconhecido são coisas realmente tolas.

Pense nisso...

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Atributos de deus ?



Outro dia estava debatendo com uma teísta, quando rolou o assunto sobre livre-arbítrio.E fiquei pensando um pouco, sobre livre-arbítrio, onisciência e onipotência, resolvi colocar algumas conclusões minhas aqui.Alguns já devem ter lido, ou escutado algumas coisas que irei dizer, porém gostaria que lessem.


Vou começar com os conceitos:
Onisciência, é o designo para um deus que tem a capacidade de saber de tudo, em todos os lugares, ao mesmo tempo e infinitamente.
Livre-arbítrio, é dado a nós, criaturas, como conceito ou filosofia de que somos livres para fazermos nossas escolhas, independente de para o bem ou para o mal. Com essas escolhas decidiríamos aonde passaríamos a eternidade.Onipotência, é designado também para um deus que tem o poder de fazer tudo, qualquer coisa, como transformar nada em mundo, e criar seres dotados de inteligência, como nós.Agora pense um pouco sobre o livre-arbítrio, como disse nós somos capazes de escolher, porém com a onisciência deus saberia o que iríamos fazer, assim não poderíamos surpreende-lo. Ou seja, não importa nada, ele já sabe se vamos para o inferno ou para o céu, antes mesmo de nossos avós nascerem.

Isso não refuta totalmente a ideia de livre-arbítrio, porém é algo a se pensar.

Onisciência, também pode ser usada em, deus não sabia que o diabo iria revoltar contra ele, e não pode fazer nada ?Onipotência, deus com todo seu poder não foi capaz de deter o diabo, ou seja ele não possuí toda onipotência.

Com o poder de um deus, ele preferiu matar seu filho, mesmo sabendo que ressuscitaria, ao invés de com seu poder, fazer simplesmente tudo melhorar. Uma desculpa usada seria livre-arbítrio, porém com algumas reflexões percebemos o absurdo.
Ele, criou o mundo e se arrependeu, mas ele já não sabia que iria se arrepender, por que o fez ?
Ele, tendo a onipotência, por que não fez um mundo perfeito, já que é provido de todo poder ?
Algumas baboseiras que os teístas falam, porém não fazem idéia do que falam.

Afinal, tem razão, quem usa a razão.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Carpe Diem



“O cético não tem ilusões sobre a vida, nem uma crença inútil na promessa de imortalidade. Já que a vida aqui e agora é tudo o que podemos conhecer, nossa opção mais sensata é vivê-la ao máximo.”
 Paul Kurtz

Não são raras as vezes em que sou perguntado como consigo viver sem a ideia de que existe um deus pai que me protege, que me ama e que me promete uma vida eterna perfeita, como eu consigo conviver com a incerteza, ou com a ideia de que terei um fim definitivo, que minhas memórias, que tudo o que eu conseguir, serão completamente apagados com o tempo.

Para ser bem sincero, não posso negar que a existência de um Deus bondoso seria bastante confortável, e, mais ainda, a existência da vida apos a morte. Não posso negar também que já me peguei diversas vezes filosofando a respeito do fim - Do meu, da humanidade, da Terra e do Universo.


Mas, o ser humano possui um complexo de narcisismo e egocentrismo que o impede de admitir a verdade.
Tenho que confessar que por algum tempo, mesmo depois de já não acreditar em Deus, continuei acreditando em almas, em vida eterna (embora não no paraíso) ou em ressurreição, principalmente pelo medo do que seria esse fim.

Mas, depois de muito pensar, não surgiu nenhuma opção mais confortável e plausível, se não aceitar que eu não sou infinito, mas tudo tem um lado bom:
Você já se perguntou o porque da água ser a substância mais essencial a vida e, mesmo assim, ser tão barata? Afinal, apenas surgiram as campanhas para o seu uso racional depois que perceberam que ela podiam “acabar”! Antes (e até hoje) a água é desperdiçada aos montes. Sabem por quê? 
Porque só damos real valor as coisas quando elas são finitas, e, principalmente, raras. O que da valor as coisas não é sua utilidade, é sua raridade.

Sou capaz de apostar como qualquer teísta no mundo vai discordar de mim quando eu dizer que só a visão ateísta e cética do mundo possibilita um aproveitamento total da vida. Que você só vai saber o verdadeiro valor de estar vivo, quando souber o quão improvável e único é estar vivo!

Mas admita por um momento sequer a possibilidade de não haver nenhum deus ou vida apos a morte, e pense, qual a probabilidade de você estar vivo?
Vamos partir do fato mais recente antes da sua concepção: 200 a 500 Milhões é o número médio de espermatozóides liberados pelo homem na ejaculação, 1 é o número médio de espermatozóides que chegam ao óvulo, quando chega. Cada espermatozóide é geneticamente diferente, o que nos leva a crer que resultaria em uma pessoa completamente diferente.

Então as chances de você estar vivo são de 1 em 500 milhões? 
Não, são extremamente menores. Bem, cada óvulo produzido pela mulher também é geneticamente diferente, ou seja, para você nascer, seus pais teriam que copular no momento certo, e o espermatozóide certo teria que chegar ao óvulo. 
 As chances diminuem ainda mais se eu disser que se o seu pai ou sua mãe fossem “diferentes”, você não teria nascido, ou seja, se o mesmo processo improvável não tivesse ocorrido exatamente como ocorreu com seus avós, seus pais não teriam nascido e, por consequência, você também não. Eu posso dizer o mesmo dos seus tataravós, e assim consecutivamente, até chegarmos no “ancestral comum” mais primitivo existente. Se não tivesse ocorrido tudo exatamente como ocorreu, incluindo as piores guerras e desastres, os “casos de amores proibidos”, as gravidez indesejadas, etc., você não estaria aqui. Assim como cada escolha sua resulta em mudanças drásticas não só na sua vida, mas na de milhares de descendentes seus.

Isso tudo sem considerar milhares de eventos anteriores ao surgimento da vida. Posso afirmar que é mais provável que alguém acerte os números da mega-sena milhares de vezes em sua vida, do que este alguém estar vivo.
         E para você que acredita na vida apos a morte, eu proponho uma aposta de pascal diferenciada:
            Viva como se não houvesse o amanhã ou a vida apos a morte, porque, se não tiver, você terá aproveitado, e, se tiver, você não vai ter perdido nada. 
            Viva sua vida o mais intensamente possível, e evite “perder” qualquer segundo que seja. Viva o agora, nunca deixe de ser feliz hoje pelo amanha, muito menos pelo ontem. O que já passou não importa, e você não sabe quanto tempo você tem para viver e aproveitar.
            Esqueça o pecado, esqueça o herege, o proibido, as etiquetas, a diplomacia, esqueça as regras, o certo e o errado. Mas lembre-se, existem outras pessoas querendo viver tanto quanto você, não as atrapalhe.
            A vida é o bem mais precioso que você pode possuir, não a desperdice!